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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A civilização Medo-Persa | NERD Mitológico

Postado por: Luan Rodrigues - 23:46

Em torno de 6000. a.C., tribos originárias da Ásia Central, pertencentes a um grupo linguístico comum chamado indo-europeu ou ariano, ocuparam a região do atual planalto do irã. Sua população ampliou consideravelmente graças a novas e seguidas vagas migratórias indo-europeias, intensificadas principalmente por volta de 2000.a.C.


Situada a leste da Mesopotâmia, esta área caracterizava-se pela baixa fertilidade do solo com quase um terço de seu território formado por desertos ou montanhas. A agricultura só era possível, na maior parte da região, com a utilização de técnicas de irrigação artificial.

No século VIII a.C., esses grupos achavam-se organizados em pequenos estados, destacando-se os reinos dos medos, ao sul do mar Cáspio, e dos persas, a leste do golfo Pérsico.

Com capital em Ecbátana, primeiramente ergueu-se o Reino da Média, que chegou a ter algum controle sobre o Reino da Pérsia, destacando-se entre seus primeiros soberanos Dejoces e Fraortes. Estes foram responsáveis pela edificação de um poderoso Estado despótico regional que, com o governante seguinte, Ciáxares, a Média aliou-se à Babilônia na destruição de Nínive e anexou o Império Assírio.

Em meio às disputas e alianças com os vizinhos persas, o sucessor de Ciàxeres acabou destronado por Ciro I, da Pérsia, completando a fusão ao novo Reino da Pérsia ou Aquemênida. Com Ciro I (559 a.C. - 529 a.C>), iniciou-se a dinastia Aquemênida, nome advindo de um ancestral do unificador tido como primeiro rei dos persas, e um expansionismo territorial que levaria a civilização medo-persa a construir um enorme Império.

Ciro I conquistou a Lídia e colônias gregas da Ásia Menor e, a seguir, em 539 a.C., a Babilônia, libertando os judeus do cativeiro, permitindo seu regresso à Palestina. Progressivamente, a Fenícia, a Palestina e a Síria também submeteram-se ao domínio persa, cujo império se estendeu da Ásia menor e costa mediterrânica, no ocidente, à Índia, no oriente.

O domínio de diferentes povos numa única administração era conseguido com uma politica que respeitava as diferenças culturais e religiosas. Diferentemente de impérios anteriores conciliava interesses, permitindo uma autonomia política que disfarçava a sujeição econômica. Foi a hábil aliança do domínio persa com elites locais dos povos integrados ao seu império que, justamente, originou o apelido "O Grande", dado ao imperador Ciro. Este, ao que parece, morreu em 529 a.C. devido a ferimentos contraídos em guerra contra povos nômades da região do mar Cáspio.

sábado, 11 de outubro de 2014

Otávio Augusto | NERD Mitológico

Postado por: Luan Rodrigues - 15:52

Otávio Augusto, o primeiro imperador (27 a.C. - 14 d.C), preocupou-se com as obras públicas, sendo dessa época muitas das magníficas construções, cujas ruínas podem ser vistas ainda hoje em Roma. Para cuidar da sua segurança, criou-se a Guarda Pretoriana, cuja principal função era defender o imperador e vigiar a capital. Ao mesmo tempo, Otávio Augusto distribuía  trigo à população e organizava sistematicamente grandes espetáculos públicos de circo, a chamada política do pão e circo (Panem et circences), ampliando muito a sua popularidade

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Tibério e Caio Graco | NERD Mitológico

Postado por: Luan Rodrigues - 22:00












Frente à crise geral por que passavam os pequenos agricultores, alguns grupos mobilizaram-se na busca de reformas. Destacaram-se, nesse período, dois tribunos da plebe, Tibério e Caio Graco.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Fenícia | NERD Mitológico

Postado por: Luan Rodrigues - 19:58








A Fenícia corresponde á região litorânea da Síria, no norte da Palestina, restringindo-se á faixa estreita cercada por montanhas, os montes Líbano e Carmelo, e pelo rio Orontes. Dada a pobreza do solo e a inexistência das facilidades agrícolas observada em outras áreas do Oriente Médio, os fenícios desenvolveram muito pouco a atividade agrária, apesar de serem favorecidos pela produção agrícola de seus domínios coloniais.
O território fenício foi ocupado em data anterior a 3000 a.C. por tribos semitas, as quais, a principio, dedicaram-se principalmente à pesca, à extração do cedro na abundante floresta do interior, além de reduzida agricultura das videiras e oliveiras. Foram, desde logo, atraídas pela atividade marítima e artesanal, acabando por desenvolver uma intensa atividade comercial entre o Oriente e o Ocidente, sendo considerados os maiores mercadores e navegantes da Antiguidade oriental. 

Os fenícios não construíram um império como seus contemporâneos egípcios e mesopotâmicos e sim desenvolveram cidades autônomas e independentes controladas por uma elite mercantil (talassocracia), liderada pelo rei, ou por um corpo de anciãos ilustres, os sufetas. A alta cúpula social era composta de mercadores, de proprietários de navios (os armadores) e dos sacerdotes que controlavam os grandes templos.

As cidades-estados fenícias, monárquicas ou republicanas, criaram uma situação invejável, a ponto de merecerem dos gregos o rótulo de depositárias de toda a civilização oriental. Os fenícios ficaram conhecidos também como os melhores navegadores de sua época, a ampla atividade comercial desenvolvida pelos fenícios permitiu-lhes o contato com as mais brilhantes e refinadas civilizações da Antiguidade, o que lhes garanti, ora o aprimoramento dos seus costumes e valores, ora o impulso e a disseminação de suas próprias realizações. Por esse aspecto, são exemplos o vidro desenvolvido no Egito, a literatura mesopotâmica e a simplificação da escrita, base da atua escrita ocidental, cujas raízes eram anteriores ás grandes cidades-estados fenícias.

sábado, 4 de outubro de 2014

A Guerra do Peloponeso | NERD Mitológico

Postado por: Luan Rodrigues - 16:38
No processo de expulsão dos persas do território grego, a cidade de Atenas foi estabelecendo um papel de liderança, e ocasionando a criação da Liga de Delos. Com a justificativa inicial de evitar novas investidas persas, criou um fundo monetário em que cada cidade-estado grega tinha que contribuir, mas com o passar do tempo Atenas utilizou este recurso para se impor sobre as outras cidades gregas.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Momo - Mitologia Grega | NERD Mitológico

Postado por: Luan Rodrigues - 16:05
Na mitologia grega, Momo (Momus) era a personificação do sarcasmo, da reclamação, da culpa e da ironia. Ao contrário do que se pensa, Momo era mulher, patrona de escritores e poetas, representada com uma máscara que levantava para exibir seu rosto, e com um boneco numa das mãos, simbolizando a loucura. Filha de Nix (sem pai), aparecia constantemente no cortejo de Dionísio, ao lado de Comos, deus das farras.

Conta-se que Momo foi convidada para avaliar a criação de três deuses em concurso:AtenaPoseidon e Hefesto. Criticou Atena por ter criado a casa, pois devia ter rodas de ferro em sua base, para que o dono pudesse levá-la assim que viajasse. Zombou do deus do mar por ter criado o touro com os olhos sob os chifres, quando esses deviam estar no meio, para que ele pudesse ver suas vítimas. Por fim, riu do ferreiro dos deuses por ter fabricado Pandora sem uma porta para que se pudesse ver o que ela mantinha oculto em seu coração. Não bastando isso, ironizou Afrodite, dizendo que não passava de uma tagarela e que usava sandálias que rangiam, e teve a audácia de fazer comentários jocososos sobre a infidelidade de Zeus para com Hera. Seus atos a levaram ao exílio do Monte Olimpo.

Poseidon, Pandora, Hefesto, Atena e Momo (Maerten van Heemskerck, 1561)

Mais tarde, estando Zeus preocupado com o fato de que a Terra oscilava com o peso da humanidade, permitiu o retorno de Momo ao convívio do Olimpo desde que ela o ajudasse a descobrir uma solução para o problema. Brincalhona, ela sugeriu que o deus criasse uma mulher belíssima pela qual muitas nações guerrassem e assim se destruíssem. Zeus levou-a a sério e assim nasceu Helena, que levou os gregos à Guerra de Tróia.

Na Roma antiga, Momo e Comos foram unificados em uma divindade masculina que se tornou símbolo de festas e a imagem icônica em manifestações artísticas. Durante os três dias de festividades ao deus Saturno (o nosso Carnaval), o mais belo soldado era designado para representar o deus Momo, ocasião em que era coroado rei e tratado como a mais alta autoridade local, sendo o anfitrião de toda a orgia. Encerrada as comemorações, o “Rei Momo” era sacrificado. Posteriormente, passou-se a escolher o homem mais obeso da cidade, para servir de símbolo da fartura, do excesso e da extravagância.

Momo em detalhe da pintura de Hippolyte Berteaux no teto do Teatro Graslin, em Nantes (França)

Na Espanha, um boneco de Momo era queimado durante as festas pascoais para lembrar a morte de Jesus. No século XV, escritos espanhóis o chamam de Rei Macaco. No século XIX, em Barraquilla (Colômbia), um alegre folião era coroado Rei Burlesco nos salões de baile, e autorizava a desordem carnavalesca com bumbos, pratos e maracas, em paródia ao cerimonial solene dos ministreis que, nos tempos coloniais, saíam à praça pública para ler as ordens dos vice-reis.

Fonte: Mitographos

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Comercio | NERD Mitológico

Postado por: Luan Rodrigues - 11:17

Os fenícios foram alguns dos maiores comerciantes de seu tempo, e deviam muito de sua prosperidade ao comércio. Inicialmente mantinham relações comerciais apenas com os gregos, vendendo madeira, escravos, vidro e a púrpura de Tiro em pó. Esta célebre tinta de forte cor púrpura era muito usada pela elite grega para colorir suas vestes; o termo fenício vem do grego antigo phoínios, que significa “púrpura”.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Conversor - Mitologia Grega Romana Egípcia e Nórdicas | NERD Mitológico

Postado por: Luan Rodrigues - 11:08
A mitologia em geral tem deuses que se repetem, pois existe funções quase que obrigatórias que deve se ter um deus para desempenhar, como a agricultura, o reino dos ceus e governar os mortos. Nós do Nerd Mitológico trazemos alguns conversores de deuses para uso pratico ou curiosidade:



( Nossos conversores usam como base mitologia grega, para converter um deus da, por exemplo, mitologia nórdica para a egípcia, converta o deus nórdico para o grego e depois para o egípcio, em breve teremos um conversor de deuses para cada mitologia, aguardem)
AVISO:
Alguns deuses são inconversíveis, pois não existe semelhante para outras mitologias, então não fique decepcionado se não achar um semelhante para Poseidon na mitologia egípcia.Outros existem vários deuses para converter, então nada é muito exato fora do contesto Grego/Romano.

Grega-Romana

Egípcia-Grega

*Existe deuses da mitologia grega que não existe na egípcia, e vice versa.
**Muitas das comparações são superficiais, pois diferentemente do conversor Grego-Romano, os deuses não são os mesmos com nomes diferentes, mas sim deuses com funções parecidas.
¹ No Egito não teve eras, diferente dos gregos, lá a troca de poder ocorreu na forma(definição mais aproximada possível) de uma mistura de republica e monarquia, Rá se aposentou( não foi bem assim, ele hibernou) então assumiu  Osíris, mas ele foi destronado por Set, que depois foi destronado por Horus. Horus é o deus mais próximo de Zeus na mitologia egípcia, mas como Rá nunca foi destronado, e sim hibernou, ele também pode ser considerado o “senhor dos céus”. Serápis e Amon entram como senhor dos ceus por que existe uma junção de Rá com Amon( Rá-Amon) e de Serápis( Serápis-Rá).
² Existe um deus para cada tipo de guerra, mas o que abrange a guerra no geral é Ankt.
³ No Egito, não era mãe terra e pai céu, mas sim pai terra e mãe céu. Nut e Geb foram os pais da geração que governa o mundo na mitologia egípcia, mas nunca governam. Por isso Nut e Geb podem ser considerados Urano/Reia e Gaia/Cronos.

Grego-Nórdica

Do nordigo para o grego é mais correto do que do grgo para o nordigo, em breve teremos um inverso, aguardem.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Nereidas e a autoimagem ameaçada - Mitologia Grega | NERD Mitológico

Postado por: Luan Rodrigues - 00:00
Nereu era um deus marinho mais antigo que Poseidon. Descrito como um velho pacato, justo, benévolo e sábio, ele representava a calma e a serenidade do mar. Descendente de Gaia e Pontos, seu reino era o Mar Egeu onde era conhecido por suas virtudes e sabedoria. Tinha o dom da profecia e a capacidade de mudar tanto a sua aparência quanto a de quem lhe pedia.

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